O caso do pastor Eduardo Costa, de Goiânia, continua com ampla repercussão nas redes sociais, após o vazamento de vídeos onde ele circula de peruca loira e calcinha nas ruas da cidade. É no auge da polêmica que internautas resgatam algumas das pregações que ele costumava publicar em seu perfil no Instagram.
A que mais repercutiu traz uma lista de práticas, que, segundo Eduardo, fazem pessoas ficarem sem “parte no reino de Deus”. Entre elas, relações homossexuais e adultério.
“Pessoas que pessoas que mantém relações sexuais antes do casamento, adoram ídolos, praticam sexo depois do casamento com quem não é seu cônjuge, têm relações sexuais ativas ou passivas com homossexuais, roubam, são avarentas, embebedam-se, atacam pessoas com linguagem insolente, pilhadoras, nenhuma delas terá parte no reino dos céus”, disparou.
Em outro trecho, Eduardo escreve que quem “não aceitar a correção do Eterno, vai morrer”. “O Eterno tem o poder para matar a carne e a alma, e você vai morrer na carne por causa dos seus pecados e a sua alma será destinada ao inferno porque você foi uma pessoa miserável e não quis fazer a vontade do Eterno, você não passou no processo e você vai ser uma pessoa derrotada por toda a eternidade.”
O viral teve início nesta segunda-feira (11). No primeiro registro, Eduardo aparece nos trajes em frente a um bar. Novas imagens vieram à tona nesta terça-feira (12), dessa vez, com o pastor de fio-dental. Ele entra em um carro depois de vagar pelas ruas durante um tempo. Segundo informações do Portal Leo Dias, o registro foi gravado por câmeras de segurança, por volta das 22h do último dia 06.
Hoje casado com a missionária Valquíria Costa, Eduardo gravou um vídeo ao lado da esposa para dar sua versão. Ele afirma que utilizou os trajes para “para fazer uma investigação pessoal sobre uma situação pessoal”. “De forma errada, acabei colocando uma peruca e um short para tentar localizar um endereço”, disse ele, sem entrar em mais detalhes sobre o que pretendia descobrir.
Eduardo ainda afirma que foi alvo de uma tentativa de extorsão. Ele relata que a responsável pelas imagens deu um prazo para não divulgar o vídeo, mediante a um depósito. O pastor decidiu não ceder à chantagem e os conteúdos se espalharam nas redes sociais. O bispo garante que sua esposa estava ciente da tal investigação.